terça-feira, junho 28, 2022

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Review | Fiat 500e – Olhar Digital

Nem todo carro que ganha um status lendário na história automotiva e cria uma legião de fãs é um carrão. Carrinhos também tem seu espaço como ícones de seu tempo. São veículos como o Fusca, o rei de todos os subcompactos, e também o Mini, o Renault 4CV e, claro, o Fiat 500, que agora tem um sucessor, o 500e.

É mais chique chamar em italiano, como a montadora faz: “Cinquecento”. O clássico supercompacto da Fiat foi vendido entre 1957 e 1975 e reencarnou duas vezes: uma nos anos 80, sem chamar muito a atenção, e outra em 2007, e criando um novo fã-clube.

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Então, seguindo a linha do Volkswagen New Beetle, a reinvenção do Fusca, não era mais um veículo popular, mas um objeto nostálgico do desejo. Um carrinho moderno feito já para ser cult.

Em 2013, veio a versão elétrica, 500-e, que não vendeu muito e, na real, não é mais parecida que o 500e de hoje que a versão a combustão interna era. Enfim, o 500e (tudo junto) foi lançado em 2020 e esse é o único 500 que dá para comprar hoje no Brasil.

O fator joinha

Passei uma semana com o 500e. E o que dá para dizer dele, antes de entrar nos detalhes, é que é o que montadora planejou para ele. É um carrinho… joinha. No sentido de uma pequena joia mesmo, uma coisa minúscula, bela, venerada e bem cara.

São mais de R$ 255 mil num carro menor que subcompacto no qual não cabem 4 adultos. Também é um carro de uso principalmente urbano, com uma bateria relativamente curta, para o que montadora diz ter autonomia para entre 300 e 420 km, mas que, no teste na cidade, indicava por volta de 260 km quando cheia. Viagens para fora da região metropolitana, só se você planejar bem.

Imagem: Mário Kurth/Olhar Digital

Você pode comprar muito mais espaço com esse valor. Você pode comprar mais autonomia com esse valor. Você também pode conseguir carros elétricos, com mais espaço e mais autonomia, por esse valor ou menos. O que não dá para comprar é ser um Fiat 500.

Porque é mesmo pare ser ter algo de fetiche. É um objeto de desejo feito para fãs, como já era seu antecessor à combustão interna. E ser fã de carro não é sempre ser fã de carrão, mas também fã de carrinhos carismáticos, que são lembrados com um apego mais sentimental, algo que não dá para ser realmente medido na prática. Só dá pra dizer se caí nas suas graças ou não.

Exemplo prático do que é o encanto: enquanto eu fazia os testes, fui abordado por uma senhora. Ela parecia arrebatada pelo carro, com uma expressão de que havia tivesse encontrado um cachorro perdido. “Esse é um Cinquecento novo?” ela começou. “Sim”, respondi, e ela começou a contar sua história com seu 500 da geração 2007, tudo o que ela fez com o carrinho, que acabou perdeu num acidente. Sem vítimas, mas, para ela, trágico: o acelerador travou e ela foi parar numa parede. Ela não se feriu, mas o Cinquecento se foi para sempre. Ali, ela vai seu carrinho ressuscitado.

O brilho nos olhos da senhora só se esvaiu quando eu mencionei o preço.

Um Cinquecento com tecnologia

Pois é, o elefante na sala. A Fiat está ciente do preço. Quando atualizou o que era um carro intermediário disfarçado de econômico para na faixa avançada, acrescentou todo tipo de tecnologia que conseguiu encaixar na nova plataforma. A nostalgia termina no visual.

Ma non troppo: os faróis, agora em led, ganharam uma sobrancelha futurista, no alto do capô. Eles são automáticos, detectando a luz ambiente e evitando cegar outros motoristas com farol alto. Os limpadores de para-brisas também funcionam por conta própria.

O Fiat 500e é oferecido em três não cores (cinza, preto e branco) e uma cor muito atraente: verde-oceano, que parece mudar para azul dependendo do ângulo. A frente perdeu o “bigode” e até o logo da Fiat, ganhando um 500e em plástico, na frente do que é o radar frontal.

O carro conta com sistemas de segurança por radar e um piloto automático com permanência em faixa (exigindo segurar no volante, como tem que ser).

Para abrir, uma chave remota que não exige ação: é só estar perto e puxar a maçaneta. Achei o comportamento meio irritante porque não dá para testar se a porta se fechou ao sair (paranoia talvez), então desativei nas configurações. Por dentro, a maçaneta também não é convencional, mas um botão. Há uma maçaneta física escondida na parte de baixo, caso seja necessário, assim como uma chave mecânica com a eletrônica.

O interior, na frente, é confortável. Há elegantes assentos brancos em couro sintético e um painel na cor da carroceria, como nos modelos anteriores, que exibiam parte do metal por dentro.

Atrás, não tem jeito: o espaço tem que ser dividido, e adultos só vão caber se os bancos dianteiros forem movidos bem para frente (a Fiat diz que pensou o carro para famílias sem filhos ou com crianças pequenas). Outro ponto fraco aqui, aliás: os bancos não são motorizados. O porta-malas, naturalmente, também é miúdo: os bancos traseiros podem ser rebatidos, mas o espaço é um pouco esquisito.

Imagem: Mário Kurth/Olhar Digital

Para o motorista, um painel puramente digital e uma central de mídia compatível com Android Auto e Apple Car Play, e um sistema de som respeitável.

A conexão com o celular funciona por bluetooth, o que nem todo carro tem, e é muito útil para não precisar ficar carregando o cabo do celular para o carro, ou para não perder o GPS e a música toda vez que o cabo se solta. Também há um carregador sem fio do tipo Qi na parte central do painel reservada para o celular.

Imagem: Mário Kurth/Olhar Digital

Ainda falando em celular, o aplicativo da Fiat, o My Uconnect, permite monitorar o carro, travar e destravar, ver a autonomia, e encontrar carregadores. Essa última parte, ainda não funcionando a contento aqui em São Paulo: não diz se está aberto ou ocupado, o que está previsto na interface.

A ansiedade é real

Falando em carregar, o Fiat 500e não é o primeiro carro elétrico que dirijo, mas foi o que me ensinou o significado de “range anxiety” – ou ansiedade de alcance, em bom português. É o que você tem quando não sabe se vai conseguir carregar seu elétrico e pode acabar preso com ele em algum lugar. Porque esse, com bateria mais curta, eu senti a necessidade de carregar.

Por sugestão do próprio pessoal da Fiat, usei o app PlugShare, no qual pessoas compartilham locais e experiências com carregadores. Eu havia pensado em fazer uma viagem simples, cuja autonomia listada iria cobrir: Atibaia, a 70 km de São Paulo. Mas ao abrir os comentários no mesmo app, vi que os carregadores listados simplesmente não existiam. Os únicos carregadores disponíveis eram os de 7,4 kW – que levariam mais de 5 horas para encher o “tanque” de 42 kWh do Cinquecento.

Imagem: Mário Kurth/Olhar Digital

Tentei fazer então em São Paulo. Um ponto que era Nota 10 no PlugShare era no estacionamento de um shopping no bairro do Paraíso. Chegando lá, a parte na qual ficava o carregador havia sido simplesmente fechada pelo estabelecimento. E não há qualquer indicador de onde ficam os carregadores.

Consegui, no fim das contas, carregar um pouquinho num supermercado, que oferecia os 7,4 kW. O tempo das compras foi o suficiente para uns 30 km, medidos pelo carro. Não é ruim, mas não é o suficiente para uma viagem.

Desisti da viagem. A conclusão da história é que, se você quer um carro elétrico hoje, e mais ainda um com alcance pensado para cidade, precisa ter um carregador em casa. Mesmo carregando o Fiat 500e numa tomada comum (usando 1 kW), é possível cobrir as necessidades de uso diário numa cidade, geralmente. Viagens em estradas, só com muito planejamento e um Plano B.

Um gato na rua

Imagem: Mário Kurth/Olhar Digital

Pelo lado positivo, é uma experiência realmente única dirigir o Cinquecento. Ele não tem nada que simule uma caixa de marchas, mas botões no painel frontal. O console central tem controle o volume da mídia, o modo de direção, e um porta-trecos.

Em ação, ele não é como os outros elétricos, porque é leve. Com sua bateria menorzinha, os 1360 kg do Cinquecento são pesados para o tamanho (mais de 300 kg a mais que a última geração a combustão interna), mas o deixam na faixa de um carro comum. Ele não tem a inércia que a maioria dos elétricos, passando de 2 toneladas, tem, descendo ladeira como um caminhão e saltando na hora de frear.

Parece leve nas mãos, “normal”, mas ainda assim tem parte do “anormal” dos elétricos: o torque, que leva ao “coice”, a resposta imediata no acelerador. Não é particularmente potente: tem o equivalente a 117 cv, o que o coloca mais ou menos como equivalente a um motor flex de 1.5 l. Vai de 0 a 100 em 9 segundos, o que vai ser difícil achar em carros 1.5. Mas, em comparação com convencionais, ele tem um pequeno truque na manga: vai de 0 a 50 km/h em 3,1 segundos.

Quer dizer que, mesmo que ele não vá chegar à sua máxima (150 km/h limitada por software) tão rápido, você consegue entrar muito rápido no trânsito e se recuperar prontamente de frenagem. O Fiat 500e é como um gato: pequeno, não causa medo em ninguém, mas é imensamente ágil. Subidas também não são nenhum desafio para ele.

Imagem: Mário Kurth/Olhar Digital

Outra coisa que ele tem de diferente da maioria dos elétricos: há o que se ver ao abrir o capô. O conjunto do motor e o radiador da bateria (sim, isso existe) são exibidos para o dono – com múltiplos alertas contra choques elétricos.

E mais algo que só elétrico tem: a direção com um pé só (one pedal drive). Nos modos de direção Range e Sherpa, o freio se torna dispensável: você controla o carro só com o acelerador. A velocidade, seja na subida ou na descida, depende de quão fundo você está pisando.

Isso economiza bateria porque faz um uso intenso do freio regenerativo, e o painel do carro mostra se ele está gastando bateria ou recarregando (toda vez que você freia, mas mais na descida). Também é um jeito completamente diferente de dirigir, um salto tão grande quando o que há entre direção manual e automática.

O modo Sherpa cria extra economia ao limitar a velocidade a 80 km/h, diminuir o ar condicionado, e outros ajustes. Imagino que seja nesse modo que seja possível atingir os números mais altos em autonomia que a montadora anuncia, mas não fiz tanto uso. De ligar ele, dá para ver que a autonomia listada aumenta em uns 30%.

Ópera do Fiat 500e

Não é um carro totalmente silencioso. Elétricos costumam ter um sistema de som artificial. Isso é para atender normas de diversos países, que exigem que carros elétricos produzam som em baixa velocidade para alertar os pedestres (em velocidade maior, do exterior, é possível ouvir o som produzido pelo ar se movendo).

Até os 21 km/h, o carro produz um som sintético que parece um pouco um aspirador de pó. E, chegando aos 21 km/h, um ovo da páscoa: ele toca uma música. O tema de Amarcord, por Nino Rota,

É fácil de não notar: só acontece logo que o carro é ligado, depois não mais. Mas não dá para perder a trilha de encerramento: quando você desliga, ele toca outra musiquinha, com um jeito meio de suspense e comédia.

É um jeito de a Fiat anunciar a “denominazione di origene” italiana. Que também aparece nas portas, onde se lê: Made in Torino. Turim, capital da província do Piemonte, é onde fica a sede da Fiat.

Carro de estimação

Como acabei desistindo da viagem, a minha semana com o Cinquecento foi de uso prático, na cidade. Para o que ele é feito mesmo, afinal.

Se você não está carregando muita gente ou carga, só há vantagens em ter um carro pequetito: ele se encaixa em qualquer lugar numa pista dividida e entra em qualquer vaga. Há a câmera traseira, em alta resolução, e sensores de estacionamento, por cima disso.

Com o tempo, você começa a entender o fã-clube. Comparamos já o carro a um cachorro e um gato, e é por aí: ter um Fiat 500e acaba meio como adotar um pet. Um carrinho atraindo apego, não uma expressão de força. Mas, ainda assim, muito prático.

O ponto baixo é definitivamente o preço. E usá-lo me fez pensar numa coisa: quem dirige um carro assim experimenta hoje o que será um carro popular no futuro. Daqui há 10 ou, sendo menos otimista, 15 anos. Elétricos não só devem ser comuns, como acessíveis, e os itens de tecnologia no Cinquecento serão também coisa corriqueira – até obrigatória nas partes de segurança. Num mundo perfeito, ele seria um carro popular hoje.

E vale lembrar que, na Europa ele sai a partir de €19.900, ou R$ 103 mil. Essa é a versão mais simples, com menos bateria e motor, que a Fiat decidiu não trazer para o Brasil, preferindo oferecer apenas a versão Icon, topo de linha. Provavelmente por causa do nosso mercado: quem tem dinheiro para pagar por um elétrico aqui não está preocupado em economizar.

Bem, se você não precisa economizar e faz parte do clube dos admiradores de carrinhos carismáticos, ganha isso com comodidades modernas, e um baita parceirinho a quem se apegar.

Se você não tem, quem sabe valha a pena alugar: o Fiat 500e é um dos elétricos mais fáceis de achar em locadoras. E aí você fica com a mesma tristezinha (quantos diminuitivos foram usados nesta resenha?) que eu tive ao devolvê-lo. Como passar adiante um bichinho de estimação.

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