quarta-feira, maio 18, 2022

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Novo RG será considerado como um “documento de viagem”; Entenda

Em fevereiro deste ano, o Governo Federal anunciou o novo modelo de carteira de identidade no Brasil, através de decreto publicado no Diário Oficial da União. Sobretudo, o novo RG prevê a unificação das informações dos brasileiros através do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF).

De acordo com o decreto, as secretarias de Segurança Pública de cada estado brasileiro, e também do Distrito Federal, terão até março de 2023 para se adaptar às mudanças. Desse modo, a previsão é que a emissão do documento comece a partir desse período, gratuitamente aos cidadãos.

O que muda no novo RG?

A princípio, a principal alteração é a utilização do número de CPF como informação principal de identificação. Atualmente, os brasileiros podem emitir um novo RG em cada estado do país, o que permite que um cidadão tenha até 27 números de identificação ao longo da vida, pois a mudança de região implica na emissão do novo documento.

Desse modo, um grande volume de dados é gerado e isso dificulta o processo de identificação e segurança das informações dos cidadãos. Com a unificação através do CPF, esse sistema é modificado e mantém-se o número existente, sem necessidade de criar um novo código.

Além disso, o decreto prevê inclusão de QR Code nos documentos, o que já existe para a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Nesse caso, será possível cadastrar a carteira de identidade no aplicativo, ainda em desenvolvimento, e apresentar a versão digital, com o mesmo valor civil que a versão física.

A expectativa é que o aplicativo seja uma espécie de carteira digital, contendo outros documentos como carteira de vacinação, habilitação e carteira de trabalho. Portanto, será uma forma de integrar os outros documentos digitais vigentes, sem substituir completamente as versões físicas.

Desse modo, um grande volume de dados é gerado e isso dificulta o processo de identificação e segurança das informações dos cidadãos. Com a unificação através do CPF, esse sistema é modificado e mantém-se o número existente, sem necessidade de criar um novo código.

Além disso, o decreto prevê inclusão de QR Code nos documentos, o que já existe para a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Nesse caso, será possível cadastrar a carteira de identidade no aplicativo, ainda em desenvolvimento, e apresentar a versão digital, com o mesmo valor civil que a versão física.

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