terça-feira, maio 17, 2022

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Preços da soja recuam em mais um dia de poucos negócios

Os preços da soja recuaram no mercado físico brasileiro nesta terça-feira (22). Mas são apenas uma referencial nominal, já que praticamente não houve negócios. O dólar se aproximando de R$ 4,90 pesa sobre as cotações internas e afasta os produtores. Chicago subiu bem na parte da manhã, mas depois perdeu força.

– Passo Fundo (RS): a saca de 60 quilos caiu de R$ 207,00 para R$ 205,00

– Região das Missões: a cotação recuou de R$ 206,00 para R$ 204,00

– Porto de Rio Grande: o preço caiu de R$ 210,00 para R$ 208,00

– Cascavel (PR): o preço baixou de R$ 199,00 para R$ 198,00 a saca

– Porto de Paranaguá (PR): a saca caiu de R$ 203,00 para R$ 202,00

– Rondonópolis (MT): a saca baixou de R$ 186,00 para R$ 185,00

– Dourados (MS): a cotação recuou de R$ 190,00 para R$ 188,00

– Rio Verde (GO): a saca baixou de R$ 184,00 para R$ 183,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a terça-feira com preços em leve alta. Após atingir os maiores patamares em duas semanas, o mercado reduziu a alta e encerrou bem abaixo das máximas do dia.

Mais uma vez, o comportamento dos preços da oleaginosa esteve atrelado ao desempenho do petróleo e dos grãos vizinhos, que mostraram performance semelhante. Em termos fundamentais, o mercado segue sustentado, combinando preocupações com o abastecimento global em meio à continuidade da guerra na Ucrânia, à boa demanda pela soja americana e aos problemas com a safra da América do Sul.

Nesta terça, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) anunciou a venda de 240 mil toneladas de soja em grão para destinos não revelados por parte de exportadores privados.

Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com alta de 5,50 centavos de dólar por bushel ou 0,32% a US$ 16,96 1/2 por bushel. A posição julho teve cotação de US$ 16,78 3/4 por bushel, com ganho de 6,50 centavos ou 0,38%.

Nos subprodutos, a posição maio do farelo fechou com baixa de US$ 4,50 ou 0,93% a US$ 476,80 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em maio fecharam a 74,54 centavos de dólar, com alta de 0,83 centavos ou 1,12%.

Câmbio

O dólar comercial fechou R$ 4,9140, com queda 0,60%. A moeda norte-americana operou em baixa durante toda a sessão, impactada alta global das commodities e intenso fluxo estrangeiro na bolsa.

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