domingo, janeiro 16, 2022

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Por que o uso de dados só funciona com educação analítica?

Seja para empresas ou mesmo para o dia a dia, é preciso saber interpretar dados além de apenas coletá-los

Quem está inserido no mundo corporativo já sabe da importância do uso de dados nos negócios: conhecidos como o “petróleo” do mercado, são eles os responsáveis pelo sucesso de inúmeros empreendimentos e também o motivo do sucesso das chamadas “Big Techs”, como Amazon, Apple, Facebook e Google. 

No entanto, ainda que os dados sejam o meio facilitador para uma série de atividades – seja a estruturação da jornada e experiência do cliente, ou para a integração de atendimentos, omnicanalidade, entre tantos outros –, de nada adianta tê-los em mãos e não saber como utilizá-los. Na prática, é como uma equação matemática: é possível saber o resultado apenas quando se desenvolve a conta – do contrário, são apenas letras e números dispostos em uma frase.

De forma geral, os dados também funcionam assim: sem a certa análise e maneira de captação, ao invés de se tornarem facilitadores do sucesso, transformam-se em inimigos da produção. E é por esse motivo que cada coleta é diferente, a depender do objetivo para o qual aquela informação foi coletada.

“Existe uma estimativa de que no mundo todo são gerados 2,2 milhões de terabytes de dados por dia. Em média, cada pessoa gera 117 gigabytes por ano, e essa quantidade deve quase duplicar até 2025. Para que, afinal, as empresas utilizam essas informações?”, questiona Ivan Ventura, que fez a mediação do painel “Educação analítica: a importância de educar seus colaboradores e consumidores no uso de dados” no evento Conarec 2021, que traz insights sobre o comportamento do mundo corporativo.

Uma visão analítica de dados para surfar a onda dos negócios

No mundo dos negócios, é preciso de educação analítica para que uma empresa desenvolva sua estratégia de maneira eficiente. E isso vem por meio de inúmeras técnicas que, apesar de não parecerem, são extremamente importantes para a composição de um bom planejamento, e isso vem desde a forma como o dado é coletado.

Em um âmbito mais simples, coletar dados pode ser mais difícil do que aparenta. Isso porque a forma de obter uma informação nem sempre é a mais natural delas. Um bom exemplo pode ser visto em uma cena de crime, na qual a perícia coleta uma série de dados físicos: sem contexto e sem entendimento do todo, uma “prova” pode não valer muita coisa. No entanto, quando se engloba todo o entorno, ela pode ser a responsável por solucionar um caso.

Entende-se, portanto, que para qualquer tipo de negócio é necessário investir em uma educação analítica, algo que vem sendo discutido em concursos públicos, a ver pelo concurso Polícia Penal PE, entre tantos outros abertos nos próximos meses. 

Em resumo, é necessário entender que a parte sem o todo não costuma funcionar. Portanto, o uso de dados sem educação analítica segue a mesma cartilha. 

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