terça-feira, dezembro 7, 2021

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Brasil chega na COP26 com um plano de agropecuária robusto, diz diretor da Agroícone

A realização da COP26 em novembro, na cidade de Glasgow, Escócia, está movimentando todos os países.

Promover a segurança alimentar no mundo está atrelado à redução do risco do aquecimento global.

Segundo o ultimo relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), a temperatura global não pode subir mais do que um 1,5ºC nas próximas duas décadas, o que mostra a gravidade das condições climáticas que podemos enfrentar.

De acordo com Rodrigo Lima, diretor da Agroícone, o IPCC ressalta que os países precisam adotar ações de redução de gases de efeito estufa para evitar a concentração desses gases na atmosfera. “Um dos motes da COP26 é justamente as metas de neutralidade de emissões, ou seja, quando você emite, sequestra na mesma proporção para ajudar a tentar limitar o aumento da temperatura em no máximo 1,5ºC, o que o IPCC diz que vai acontecer entre 2030 e 2040. Ou seja, os impactos tendem a ser grandes”, diz. 

Segundo Lima, o ABC+ lançado pelo Ministério da Agricultura é uma fábula em termos de potencial de redução de emissões geradas pela agricultura brasileira pela adoção de tecnologias que vão ser implementadas. “O setor precisa disso para crescer, evoluir, estar preparado para aguentar os impactos do aquecimento global”, afirma.

Para o diretor da Agroícone, o Brasil chega na COP26 com um plano de agropecuária robusto. “Talvez seja o único país que vai levar um plano robusto de agropecuária, tá muito bem posicionada tendo o ABC+ como um plano estratégico”. (…) “O que a gente precisa aprender é a redução de desmatamento, que não é gerada pela agropecuária. A gente sabe que mais de 90% do desmatamento é ilegal, e nós precisamos descolar essa imagem do agronegócio do desmatamento”, defende.

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